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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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ONU: 2013 foi o sexto ano mais quente de sempre

Mäyjo, 20.11.14

ONU: 2013 foi o sexto ano mais quente de sempre

O último ano foi o sexto mais quente de sempre desde que os registos começaram, há cerca de 160 anos. De acordo com a agência climática da ONU, 2013 foi tão quente como 2007.

A Organização Meteorológica Mundial analisou os três principais registos das temperaturas da superfície terrestre, que são compilados pelo Gabinete de Meteorologia do Reino Unido, pelo National Oceanic and Atmospheric Administration dos Estados Unidos e pela NASA, refere o Guardian. De acordo com os dados analisados, a temperatura média de 2013 esteve 0,5°C acima das temperaturas médias do período entre 1961-1990.

2010 foi o ano mais quente de sempre e cerca de 13 dos 14 anos mais quentes registados ocorreram no século XXI. Algumas regiões do globo experimentaram temperaturas extremamente quentes no último ano, nomeadamente a Austrália, que enfrentou o ano mais quente de sempre.

“A temperatura mundial de 2013 é consistente com a tendência a longo prazo do aquecimento. A taxa de aquecimento não é uniforme, mas a tendência subjacente é inegável. Dados os níveis recorde de gases com efeito estufa na atmosfera, as temperaturas mundiais vão continuar a aumentar ao longo das gerações vindouras”, afirma o secretário-geral da agência meteorológica, Michael Jarraud.

Foto:  Elsie esq / Creative Commons

Em Portugal

Mäyjo, 20.11.14

Em Portugal o número de casos de malária não é significativo. No caso da tuberculose, os valores da incidência e prevalência rondam os 32 e 24 por cada 100000 habitantes, respetivamente (2006). Registaram-se em 2007, 3100 novos casos da doença (tuberculose), dos quais 600 ocorreram em pessoas infectadas com VIH. A prevalência de casos de infecções por VIH (adultos acima dos 15 anos) é igualmente preocupante, rondando os cerca de 363 por cada 100 000 habitantes (dados de 2005).

Fonte: WHO - World Health Organization

Floresta amazónica perdeu, em Junho, uma área superior à ilha da Madeira

Mäyjo, 20.11.14

Floresta amazónica perdeu, em Junho, uma área superior à ilha da Madeira

A desflorestação da Amazónia atingiu 870 quilómetros quadrados só em Junho deste ano, uma área um pouco superior à ilha portuguesa da Madeira, informou recentemente um relatório oficial divulgado em São Paulo, no Brasil. O documento, elaborado e baseado em fotos de satélite pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indica, mesmo assim, que a área desflorestada, em Junho, diminuiu 20 por cento em relação a Maio, quando foram destruídos 1.096 quilómetros quadrados. A área desflorestada, entretanto, está acima dos 612 quilómetros quadrados inicialmente estimados por instituições não-governamentais, como o Imazon.

O INPE salientou, entretanto, que, no mesmo mês de Junho, 28 por cento do território da Amazónia esteve coberto por nuvens, área que, por essa razão, não foi observada pelo satélite. Do total da área destruída encontrada, 92 por cento foi confirmada como desflorestação. Dados oficiais indicam que cerca de 17 por cento de toda a Amazónia brasileira, uma área equivalente a duas vezes a Alemanha, já foi desflorestada. No início do ano, o Governo brasileiro anunciou o reforço da fiscalização para tentar conter a destruição da Amazónia.

Dica da Semana 14/08/08

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